sexta-feira, 2 de março de 2012

Acessibilidade para Pessoas com deficiência visual e auditiva agora é lei nos EUA.

Descrição da imagem: simbolos internacionais das pessoas com deficiência auditiva, pessoas com deficiência visual e pessoa com deficiência física. Na parte superior da imagem está o lema: acessibilidade-direito de todos.

Foi aprovada no EUA importante lei de acessibilidade. Enquanto no Brasil temos 2 horas por semana de audiodescrição, nos EUA, em 2012, as Tvs terão 4 horas destinadas a esse serviço. (Nota do blog).
O presidente americano Barack Obama assinou no último mês de outubro um projeto de lei que determina que empresas garantam a pessoas com deficiência visual e auditiva acesso a diversas tecnologias.

Esta legislação, exige acessibilidade aos programas de televisão, telefones inteligentes, a Internet, menus em DVD players, guias de programação na TV a cabo, e outros.

Para Paul Schroeder, vice-presidente de programas e políticas da American Foundation for the Blind (AFB), a iniciativa possibilitará que milhões de pessoas com deficiência tirem partido das novas tecnologias.

“Esta lei baseia-se no espírito do Americans with Disabilities Act e garante que pessoas com deficiência participem plenamente no século 21″, disse Carl R. Augusto, presidente da AFB.

Com forte atuação de movimentos representativos de pessoas com deficiência dos Estados Unidos, para além do envolvimento de um grande número de competentes juristas e experts em tecnologias assistivas, a demanda de acessibilidade ganhou força no congresso americano conseguindo arregimentar um importante e atuante grupo bipartidário que trabalhou para a aprovação da lei.

quinta-feira, 1 de março de 2012

AOS PAIS QUE APRENDERAM COM A(R) DOR AS PERDAS

Imagem Publicada - a foto colorida da capa do filme AS CHAVES DA CASA (com título em francês: Les Clefs de la Maison), com os atores Kim Rossi Stuart e Andrea Rossi, interpretando os papéis de pai e filho, com os rostos próximos. É a história de um filho com paralisia cerebral (Andrea Rossi), com 15 anos, que faz com que o pai tenha uma grande transformação e mudanças em seus preconceitos e culpabilizações. O pai (Kim Rossi Stuart) tem um encontro dramático com uma mãe de outra pessoa com deficiência, interpretada por Charlotte Rampling, que lhe faz superar suas velhas dores afetivas ligadas ao filho.

"Minhas dores já se tornaram minhas velhas companheiras, me ensinam. Já disse, outro dia, que ainda vou escrever sobre as fagulhas e as agulhas das dores. Mas as minhas dores, hoje, são primordialmente físicas. As dores que eu vivencio, hoje, não se comparam as que guardo como pai. E, para os pais que aprenderam a viver e conviver com as suas dores mais recônditas, muitas vezes escondidas ou negadas, é que escrevo nesse chamado, também comercial, Dia dos Pais. Há pais que não ficam, nem ficarão, mesmo no carinho e amor de suas famílias, longe de suas dores..."

Veja depoimento na íntegra: http://infoativodefnet.blogspot.com/2011/08/aos-pais-que-aprenderam-com-ar-dor-as.html?showComment=1313456699375#c3671617105965533681